Joel Tudor e Honolua Blomfield festejam o tricampeonato mundial de longboard

Joel Tudor e Honolua Blomfield festejam o tricampeonato mundial de longboard

Joel Tudor e Honolua Blomfield festejam o tricampeonato mundial de longboard no Jeep Malibu Classic

  • Californiano entra em um seleto grupo que tinha só quatro surfistas
  • Havaiana é a primeira mulher a conquistar três títulos mundiais
  • Chloe Calmon fica nas semifinais e termina em terceiro no ranking
  • Brasileiros e peruano perdem nas oitavas de final em Malibu Beach 
Os tricampeões mundiais Honolua Blomfield e Joel Tudor (Crédito: @WSL / Thomas Lodin)
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MALIBU, Califórnia / EUA (Terça-feira, 12 de outubro) – O californiano Joel Tudor e a havaiana Honolua Blomfield festejaram o tricampeonato mundial de longboard no Jeep Malibu Classic apresentado pela Havaianas na Califórnia, Estados Unidos. Os dois títulos foram decididos antes das finais na terça-feira em Malibu Beach. Honolua é a primeira mulher a ser tricampeã, mas sua faixa já foi carimbada na final pela francesa Alice Lemoigne, que tinha derrotado Chloe Calmon na disputa pelo vice-campeonato mundial nas semifinais. Mas, Joel Tudor sacramentou o tri com vitória sobre o inglês Ben Skinner na etapa que fechou o World Surf League Longboard Tour 2021.

A terça-feira decisiva do Jeep Malibu Classic começou pelas oitavas de final e quartas de final masculinas, realizadas no sistema “overlapping heats”, com duas baterias sendo disputadas simultaneamente. Os brasileiros Jefson SilvaRodrigo SphaierAugusto Olinto e o peruano Lucas Garrido Lecca, perderam nesta primeira rodada do último dia e terminaram empatados em nono lugar. O australiano Harrison Roach derrotou Jefson Silva e seguiu liderando a corrida pelo título mundial da temporada.

Nas quartas de final femininas, a brasileira Chloe Calmon e a francesa Alice Lemoigne, venceram as duas primeiras baterias e continuaram com chances de serem campeãs também. No entanto, no confronto seguinte, a havaiana Honolua Blomfield ganhou o duelo de campeãs mundiais com a norte-americana Lindsay Steinriede e, com apenas 22 anos de idade, se tornou a primeira mulher a conseguir três títulos na história do Mundial de Longboard da World Surf League. Os outros dois foram conquistados em 2017 e 2019.

Honolua Blomfield festejando o tricampeonato nas quartas de final (Crédito: @WSL / Thomas Lodin)
“É uma sensação indescritível e eu não acreditava que isso ia acontecer. Estou muito grata e abençoada por tudo e é incrível ser a tricampeã mundial mais jovem da história”, disse a tímida Honolua Blomfield, logo após confirmar o tricampeonato mundial. “Eu não fui muito bem em Noosa (na Austrália em 2020), mas, mesmo assim, acabei em quinto lugar lá. Aí ganhei a etapa do Surf Ranch e pensei que agora teria uma chance real de ganhar o título mundial. Não achei que surfei muito bem nesse evento, mas fui avançando e a vitória nesta bateria foi a mais importante para ganhar o título mundial”.

Depois das quartas de final femininas, começaram as semifinais masculinas também valendo o título mundial da temporada. A decisão poderia acontecer até na grande final do Jeep Malibu Classic apresentado pela Havaianas, mas o inglês Ben Skinner fez uma bateria espetacular contra o líder do ranking, Harrison Roach. Ele registrou os recordes da semana, atingindo 15,84 pontos com notas 8,17 e 7,67. Essa bateria deu boas ondas no First Point e o australiano também surfou bem, sendo eliminado com 14,33 pontos.

Com a saída de Harrison Roach, bastava Joel Tudor vencer a semifinal norte-americana com Tony Silvagni, para ser o campeão mundial do World Surf League Longboard Tour 2021. Ele já havia feito uma grande apresentação na quarta de final contra Kaniela Stewart, derrotando o havaiano por 15,76 pontos, com ambos computando uma nota excelente, acima de 8. Foi mais uma bateria disputada com boas ondas vindo para os dois competidores, apesar dos longos intervalos entre as séries.

Joel Tudor reinando nas ondas de First Point em Malibu Beach (Crédito: @WSL / Thomas Lodin)
DECISÃO DO TÍTULO – Só que as ondas parecem ter sumido na hora da semifinal que poderia decidir o título mundial. Tony Silvagni pegou uma logo no início que valeu 4,17 e Joel Tudor só surfou a primeira dele na metade dos 30 minutos da bateria. E já começou com um clássico hang five, fazendo as curvas para conectar ao inside e mandar mais um hang five, para receber nota 7,50. Tony entra na onda de trás e tenta ficar no bico, mas cai. Minutos depois, Tudor também pega uma onda fraca, que fecha rápido.

Faltando 4 minutos, entrou outra série com ondas melhores e ambos surfam até a beira, fazendo as manobras tradicionais do longboard no bico do pranchão, com Tony mandando até uma batida na junção. A nota de Tudor sai 4,17 e Silvagni recebe 6,10, passando a precisar de 5,58 para virar o resultado. Só que não entra mais ondas e Joel Tudor vence por 11,67 a 10,27 pontos, voltando a ganhar um título mundial depois de 17 anos. Os outros foram conquistados em 1998 e 2004.

GALERIA DE TRICAMPEÕES – Ele festejou junto com seus pais, filhos e toda sua família e amigos, que foram a praia na terça-feira para assistir um feito histórico. Aos 45 anos de idade, Joel Tudor entra em um seleto grupo de tricampeões, que só tinha quatro surfistas, desde o início do Mundial de Longboard em 1986, os também norte-americanos Taylor Jensen e Colllin McPhillips, o havaiano Rusty Keaulana e o único tetracampeão, Nat Young, da Austrália.

Joel Tudor festejando o tricampeonato mundial nas semifinais (Crédito: @WSL / Thomas Lodin)
“Isso tudo é muito surreal”, disse Joel Tudor, logo que saiu do mar. “Eu não tinha expectativas de ganhar o título e só queria um bom resultado. Mas, tinham vários elementos significativos para mim hoje. Meus pais estão aqui e a última vez que eles tinham me visto competir aqui foi 27 anos atrás, então foi um momento emocionante com eles. Eu dedico este título ao Donald Takayama, que foi meu principal mentor durante toda a minha carreira. Sem ele, certamente eu não estaria aqui hoje”.

Joel Tudor também falou sobre a emoção de conquistar o título mundial em frente dos filhos: “Isso é incrível. É muito legal ter seus filhos assistindo isso. A última vez que competi aqui, nenhum dos dois tinham nascido ainda e, quando você é pai, você não fica falando sobre suas conquistas, ainda mais quando eles nem eram vivos. Então, é muito emocionante ter eles aqui testemunhando tudo isso, vendo o pai deles em um momento de glória. Também fico muito orgulhoso em saber que finalmente ganhei do Kelly (Slater) em alguma coisa: eu sou o campeão mundial mais velho da história (risos). Lembrem disso!”.

BRASILEIRA NA CONTA DOS TRÊS – Depois de Joel Tudor conquistar o título mundial, teve mais uma bateria valendo disputa por posições no ranking na primeira semifinal feminina, que acabou prejudicada pela falta de boas ondas. A vencedora seria a vice-campeã mundial e Alice Lemoigne liderou toda a bateria contra Chloe Calmon. No último minuto, a brasileira pegou uma onda precisando de 5,08 para vencer. Dois dos cinco juízes acharam que ela merecia a vitória, mas três não e a média ficou em 5,00. Com isso, por 8,90 a 8,83 pontos, a francesa se classificou para a final como vice-campeã mundial.

Chloe Calmon terminou em terceiro lugar no ranking mundial de 2021 (Crédito: @WSL / Thomas Lodin)
O resultado foi uma verdadeira conta dos três para a brasileira. Alice acabou empatando em 3 a 3 o confronto direto entre elas, em baterias eliminatórias do World Longboard Tour. Chloe Calmon pela terceira vez terminou em terceiro lugar no ranking da World Surf League, como em 2014 e 2015. E, também já foi vice-campeã mundial três vezes, em 2016, 2017 e 2019. O sonho de um primeiro título mundial do Brasil na categoria feminina foi adiado outra vez, mas a carioca ficou feliz pelo resultado e por ter comemorado seu primeiro aniversário competindo, na segunda-feira em Malibu Beach.

“Valeu chegar nas semifinais e não existe bateria fácil no último dia de competição, porque todas as meninas estão surfando muito bem”, destacou Chloe Calmon“Foi muito legal surfar em Malibu com apenas mais uma menina na água e ainda estou curtindo meu aniversário. Trouxemos um bolo pra praia ontem, mas ninguém lembrou em trazer uma faca, então peguei a minha quilha pra cortar o bolo. Foi muito especial, mas um pouco salgado (risos). Foi irado passar meu aniversário fazendo o que eu mais amo, que é competir”.

CARIMBANDO A FAIXA – Depois de ganhar a disputa pelo vice-campeonato mundial de Chloe CalmonAlice Lemoigne carimbou a faixa da tricampeã Honolua Blomfield na decisão do título do Jeep Malibu Classic apresentado pela Havaianas. A francesa fez uma bateria impecável, mostrando todo o seu potencial surfando duas boas ondas no critério excelente do julgamento. Com notas 8,57 e 7,93, derrotou a havaiana por 16,50 a 12,60 pontos.

Alice Lemoigne e Honolua Blomfield no pódio do Jeep Malibu Classic (Crédito: @WSL / Thomas Lodin)
“Eu quebrei a quilha na minha bateria da semifinal e surfei com uma prancha que nunca tinha usado antes”, contou Alice Lemoigne“O bom é que ela funcionou muito bem e estou superfeliz pela vitória. Nem acredito que eu ganhei e agora vou sempre surfar com essa prancha (risos). Eu sabia que não tinha nada a perder, então fui com tudo, dei tudo de mim em cada onda. Estou muito contente por ter vencido esse evento e feliz também pela Honolua (Blomfield), que ganhou mais um título mundial”.

Jeep Malibu Classic apresentado pela Havaianas na Califórnia, fechou o World Surf League Longboard Tour 2021, que foi realizado com patrocínios da Jeep, Havaianas, Michelob ULTRA, Hydro Flask, Athletic Brewing, US Army, Aviator Nation, Firewire e Flying Embers.

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO JEEP MALIBU CLASSIC:

GRANDE FINAL FEMININA:
Campeã: Alice Lemoigne (FRA) por 16,50 pontos (8,57+7,93) – 10.000 pontos
Vice-campeã: Honolua Blomfield (HAV) com 12,60 (6,60+6,00) – 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.500 pontos:
1.a: Alice Lemoigne (FRA) 8,90 x 8,83 Chloe Calmon (BRA)
2.a: Honolua Blomfield (HAV) 16,26 x 14,50 Zoe Grospiron (FRA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 5.000 pontos:
1.a: Alice Lemoigne (FRA) 16,00 x 12,04 Natsumi Taoka (JPN)
2.a: Chloe Calmon (BRA) 13,73 x 10,27 Kirra Seale (HAV)
3.a: Honolua Blomfield (HAV) 13,00 x 10,60 Lindsay Steinriede (EUA)
4.a: Zoe Grospiron (FRA) 12,50 x 11,70 Kelia Moniz (HAV)

GRANDE FINAL MASCULINA:
Campeão: Joel Tudor (EUA) por 14,00 pontos (7,67+6,33) – 10.000 pontos
Vice-campeão: Ben Skinner (ING) com 12,97 pontos (6,60+6,37) – 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.500 pontos:
1.a: Ben Skinner (ING) 15,84 x 13,86 Harrison Roach (AUS)
2.a: Joel Tudor (EUA) 11,67 x 10,27 Tony Silvagni (EUA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 5.000 pontos:
1.a: Harrison Roach (AUS) 15,20 x 13,66 Kevin Skvarna (EUA)
2.a: Ben Skinner (ING) 12,53 x 7,67 Kai Sallas (HAV)
3.a: Tony Silvagni (EUA) 13,66 x 11,16 Justin Quintal (EUA)
4.a: Joel Tudor (EUA) 15,76 x 13,94 Kaniela Stewart (HAV)

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com 3.500 pontos:
1.a: Harrison Roach (AUS) 12,00 x 10,40 Jefson Silva (BRA)
2.a: Kevin Skvarna (EUA) 11,53 x 9,87 Rodrigo Sphaier (BRA)
3.a: Kai Sallas (HAV) 14,53 x 12,00 Taka Inoue (JPN)
4.a: Ben Skinner (ING) 14,34 x 11,56 Steven Swayer (AFR)
5.a: Justin Quintal (EUA) 9,23 x 8,13 Augusto Olinto (BRA)
6.a: Tony Silvagni (EUA) 11,77 x 10,83 Lucas Garrido Lecca (PER)
7.a: Joel Tudor (EUA) 12,70 x 10,03 Taylor Jensen (EUA)
8.a: Kaniela Stewart (HAV) 15,26 x 12,00 Cole Robbins (EUA)

RANKINGS FINAIS DE 2021 DA WORLD SURF LEAGUE:

TOP-10 DA CATEGORIA FEMININA:
Campeã: Honolua Blomfield (HAV) – 20.500 pontos
2.a: Alice Lemoigne (FRA) – 17.975
3.a: Chloe Calmon (BRA) – 14.750
4.a: Kelis Kaleopaa (HAV) – 13.500
5.a: Soleil Errico (EUA) – 12.500
6.a: Avalon Gall (EUA) – 12.225
7.a: Natsumi Taoka (JPN) – 11.750
8.a: Zoe Grospiron (FRA) – 10.375
9.a: Sally Cohen (HAV) – 10.250
9.a: Kirra Seale (HAV) – 10.250

TOP-10 DA CATEGORIA MASCULINA:
Campeão: Joel Tudor (EUA) – 20.000 pontos
2.o: Harrison Roach (AUS) – 16.725
3.o: Kai Sallas (HAV) – 14.750
4.o: Ben Skinner (ING) – 14.000
5.o: Edouard Delpero (FRA) – 13.475
6.o: Kevin Skvarna (EUA) – 12.500
7.o: Justin Quintal (EUA) – 11.500
8.o: Taylor Jensen (EUA) – 11.000
8.o: Tony Silvagni (EUA) – 11.000
10.o: Kaniela Stewart (HAV) – 10.250
———-sul-americanos no ranking:
11: Lucas Garrido Leca (PER) – 9.975 pontos
14: Augusto Olinto (BRA) – 7.725
15: Rodrigo Sphaier (BRA) – 7.000
15: Jefson Silva (BRA) – 7.000
20: Phil Rajzman (BRA) – 2.000
23: Piccolo Clemente (PER) – 1.475
25: Gabriel Nascimento (BRA) – 1.000
38: Carlos Bahia (BRA) – 330
38: Julian Schweizer (URU) – 330
53: Ignacio Pignataro (URU) – 300
69: David Schiaffino (PER) – 266

CAMPEÕES MUNDIAIS DE LONGBOARD DA WORLD SURF LEAGUE:
2021: Joel Tudor (EUA) e Honolua Blomfield (HAV) tricampeões
2019: Justin Quintal (EUA) e Honolua Blomfield (HAV) bicampeã
2018: Steven Sawyer (AFR) e Soleil Errico (EUA)
2017: Taylor Jensen (EUA) tricampeão e Honolua Blomfield (HAV)
2016: Phil Rajzman (BRA) bicampeão e Tory Gilkerson (EUA)
2015: Piccolo Clemente (PER) bicampeão e Rachael Tilly (EUA)
2014: Harley Ingleby (AUS) bicampeão e Chelsea Williams (AUS)
2013: Piccolo Clemente (PER) e Kelia Moniz (HAV) bicampeã
2012: Taylor Jensen (EUA) bicampeão e Kelia Moniz (HAV)
2011: Taylor Jensen (EUA) e Lindsay Steinriede (EUA)
2010: Duane Desoto (HAV) e Cori Schumacher (EUA)
2009: Harley Ingleby (AUS) e Jennifer Smith (EUA) bicampeã
2008: Bonga Perkins (HAV) bicampeão e Joy Monahan (HAV)
2007: Phil Rajzman (BRA) e Jennifer Smith (EUA)
2006: Josh Constable (AUS) e Schuyler McFerran (EUA)
2005: nenhuma etapa
2004: Joel Tudor (EUA) bicampeão
2003: Beau Young (AUS) bicampeão
2002: Colin McPhillips (EUA) tricampeão
2001: Colin McPhillips (EUA) bicampeão
2000: Beau Young (AUS)
1999: Colin McPhillips (EUA)
1998: Joel Tudor (EUA)
1997: Dino Miranda (HAV)
1996: Bonga Perkins (HAV)
1995: Rusty Keaulana (HAV) tricampeão
1994: Rusty Keaulana (HAV) bicampeão
1993: Rusty Keaulana (HAV)
1992: Joey Hawkins (EUA)
1991: Martin McMillan (AUS)
1990: Nat Young (AUS) tetracampeão
1989: Nat Young (AUS) tricampeão
1988: Nat Young (AUS) bicampeão
1987: Stuart Entwistle (AUS)
1986: Nat Young (AUS)

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